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quinta-feira, 2 de julho de 2015

Mais uma forte razão para investir e rápido no Aeroporto Regional de Jataí

Nota JN: É notório as deficiências do aeroporto de Rio Verde e por falta de uma atenção específica por parte do governo municipal não só Rio Verde mas toda a região perde com a ausência de voos regulares da companhia. Acreditamos que esse é um grande motivo para que o aeroporto regional de Jataí seja construído o mais rápido possível. O primeiro passo o governo municipal de Jataí já deu, foram gastos mais de 15 milhões de reais na base e sub base de nosso aeroporto. O passo seguinte está nas mãos do governo federal através do Banco do Brasil que irá administrar toda a parte financeira. Segundo informações extra-oficiais as obras serão retomadas em breve. O entrave está no processo licitatório. Por Gideone Rosa
Sobre aeroporto de Rio Verde
Link: http://jatainews.blogspot.com.br/…/como-era-de-se-esperar-v…

Em queda livre - CNI/Ibope: rejeição de Dilma bate novo recorde

Por Alexandre Parrode
Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (1º/7) mostra avaliação negativa de 68% dos brasileiros. No Centro-Oeste, índice é de 63% 

A Confederação Nacional da Indústria divulgou, nesta quarta-feira (1º/7), a mais recente pesquisa Ibope de avaliação do governo da presidente Dilma Rousseff (PT). Novamente, a rejeição bate recorde: 68% dos entrevistados consideram a atual administração “ruim” ou “péssima”.

Seis meses após ter assumido seu segundo mandato, a petista continua amargando baixos índices, sendo bem avaliada por apenas 9% da população brasileira. Em comparação com o levantamento realizado pelo instituto em abril deste ano, o percentual de pessoas que consideram o governo “bom” ou ótimo” caiu 4% (fora da margem de erro) e, em relação ao último levantamento de 2014, 32%,

Os dados da pesquisa CNI-Ibope de avaliação do governo Dilma em junho:

“Ótimo”: 1%
“Bom”: 8%
“Regular”: 2%
“Ruim”: 18%
“Péssimo”: 50%
Não sabe/não opinou: 1% 

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Câmara aprova nova proposta que reduz maioridade penal para crimes hediondos

Agência Brasil
Após derrota do substitutivo na sessão de quarta-feira (1º), o presidente da Câmara colocou em votação a versão original da PEC, que foi aprovada por 323 votos favoráveis

Sob o comando do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em menos de 24 horas a Câmara dos Deputados derrubou a rejeição à redução da maioridade penal e aprovou, em primeiro turno, por 323 votos a 155 e 2 abstenções, no começo da madrugada desta quinta-feira (2/7) uma emenda substitutiva, praticamente idêntica à derrubada na sessão de quarta-feira (1º), e que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos para crimes hediondos, homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte.

Contrariamente ao que ocorreu na sessão de terça-feira (30), quando o substitutivo do deputado Laerte Bessa (PR-DF) foi derrotado por 5 votos (eram necessários 308 votos para a aprovação, mas a proposta recebeu 303 favoráveis), as galerias estavam vazias. Estudantes e integrantes de movimentos sociais tentaram chegar ao local, mas foram impedidos pela segurança da Casa. O PT, PCdoB, PDT, PSB, PPS, PV, PROS se colocaram contrários à aprovação. O PSOL entrou em obstrução.

A emenda aprovada propõe a redução da maioridade penal, de 18 para 16 anos, nos casos de crimes hediondos (estupro, sequestro, latrocínio, homicídio qualificado e outros), homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte. O texto também prevê a construção de estabelecimentos específicos para que os adolescentes cumpram a pena. Leia Mais

Como era de se esperar a vizinha cidade de Rio Verde perde mesmo voos de companhia aérea

Afetando a toda a região sudoeste Rio Verde perde voos da Azul
Depois de Patos de Minas (MG), agora é a vez de Rio Verde perder voos da Azul. No site da companhia não é mais possível comprar passagens. Suspensão acontece por falta de segurança. Veja a Nota de Esclarecimento da Empresa

Por Vilmar Pinto/Imagem Goiás

A Azul informou que pretende usar em suas rotas o ATR-72 com 70 assentos, inclusive nas cidades de Patos de Minas e Rio Verde. Para o uso de uma aeronave maior, os aeroportos terão que fazer adequações de segurança. As duas cidades possuem voos apenas da companhia Azul. No caso de Rio Verde, a Passaredo demonstrou interesse de lançar voos, mas teve como pelo fato de operar apenas com o ATR-72.

Em nota, a Azul afirma que pretende retomar os voos ainda em julho. Os passageiros que compraram as passagens terão o dinheiro de volta. Em junho deste ano as cidade de Coari, Eirunepé e São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, também perderam voos da Azul pelo mesmo motivo. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que o processo de liberação do ATR-72 já está adiantado.

NOTA À IMPRENSA – RIO VERDE

São Paulo – “A Azul Linhas Aéreas Brasileiras informa que descontinuará o uso das aeronaves ATR 42-500 em sua frota. Com isso, a cidade de Rio Verde, hoje servida por estes aviões, deixará de receber temporariamente os voos da empresa até que os ajustes necessários na infraestrutura do aeroporto sejam feitos para receber aeronaves maiores, modelo ATR 72-600, com capacidade para 70 assentos. A Azul espera que as adequações sejam realizadas para retornar com os voos.

A companhia reforça que não pretende deixar de operar em Rio Verde, mas sim, ampliar sua oferta de assentos e trazer ainda mais conforto aos seus Clientes, com aeronaves maiores e mais modernas.
Os Clientes que compraram bilhetes após a data mencionada terão reembolso integral do valor pago.”

Nota JN: É notório as deficiências do aeroporto de Rio Verde e por falta de uma atenção específica por parte do governo municipal não só Rio Verde mas toda a região perde com a ausência de voos regulares da companhia. Acreditamos que esse é um grande motivo para que o aeroporto regional de Jataí seja construído o mais rápido possível. O primeiro passo o governo municipal de Jataí já deu, foram gastos mais de 15 milhões de reais na base e sub base de nosso aeroporto. O passo seguinte está nas mãos do governo federal através do Banco do  Brasil que irá administrar toda a parte financeira. Segundo informações extra-oficiais as obras serão retomadas em breve. O entrave está no processo licitatório. Por Gideone Rosa

Concurso - Prefeitura de Acreúna abre concurso público para 179 vagas. Inscrições a partir de 20 de julho

Ilustrativa
Concurso da Prefeitura de Acreúna traz oportunidades para guarda municipal, agente de serviços gerais, agente de desenvolvimento infantil e professor de várias áreas. 

A Prefeitura de Acreúna, em Goiás, tem edital de concurso com 179 oportunidades, sendo 56 imediatas e 123 para formação de cadastro reserva (CR) de pessoal. 
Para os candidatos alfabetizados há nove vagas e 12 cadastro reserva para o cargo de guarda municipal.

O posto de agente de serviços gerais de escola (6+31 CR) necessita de ensino fundamental completo.
Nível médio é requisito para concorrer à função de agente de desenvolvimento infantil, com 15 chances imediatas e 29 para cadastro.

As demais oportunidades são destinadas aos profissionais com licenciatura plena ou curso normal superior. Tais vagas destinam-se às ocupações de professor de educação básica - PEB - I (16+26 CR) e de PEB II nas seguintes áreas: educação física (3 CR), língua portuguesa (2+6 CR), matemática (2+4 CR), artes visuais (1+2 CR), geografia (1+4 CR), educação especial/auditiva (2+2 CR), educação especial/física (1+2 CR) e educação especial/mental (1+2 CR).

Consta no edital de concurso da Prefeitura de Acreúna/GO que os vencimentos iniciais oferecidos partem de R$ 788 e chegam a R$ 1.511,43.
Inscrições e etapas da seleção de Acreúna/GO

Os interessados no edital devem realizar a inscrições a partir das 9h de 20 de julho até o dia 3 de agosto por meio do endereço eletrônico da KLC Concursos (www.klcconcursos.com.br), a banca organizadora. As taxas ficam entre R$ 30 e R$ 70.

Para selecionar os futuros servidores, a Prefeitura de Acreúna aplicará prova escrita de múltipla escolha para todos os cargos, além de teste dissertativo e avaliação de títulos para professor (em todas as áreas). Os exames estão marcados para 16 de agosto, em locais e horários a serem divulgados oportunamente pelo órgão.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Professores e governo chegam a acordo e deputados aprovam reajuste salarial

Por Sarah Teófilo

Última proposta do governo, questionada pelo sindicato principalmente no que refere ao parcelamento do pagamento retroativo, foi mantida

Após intensa negociação, os deputados estaduais conseguiram votar nesta terça-feira (30/6) um projeto referente ao reajuste do salário dos professores — 13,1% — fruto de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego). A matéria foi aprovada em primeira votação, durante sessão extraordinária, e teve o apoio da oposição.

A deputada Adriana Accorsi (PT) elogiou a ação dos deputados da base, e frisou que avanço foi possível  graças à interferência e luta da oposição da Casa. “Mas acredito que podemos dizer que todos os deputados, de oposição e da base, estão de parabéns por termos conseguido um consenso com os professores.”

O reajuste de 13,1%, previsto em lei federal, deveria ter sido concedido em janeiro. Os professores brigavam porque o Estado queria — e irá — pagar retroativo desde janeiro apenas para parte da categoria, os chamados pelo projeto de PI e PII (que possuem nível médio e licenciatura curta; menor parte dos funcionários). Para o restante dos servidores, chamados de PIII e PIV  (que possuem graduação e pós; maior parte dos professores), o projeto prevê pagamento a partir de agosto, sem retroativo.

O avanço para a categoria foi referente aos PIII e PIV, que terão o reajuste a partir do próximo mês de julho, além de terem conseguido pagamento retroativo referente a maio e junho. Diferente do que gostariam, como foi dito pela própria presidente Bia de Lima na última segunda-feira (29), o pagamento dos dois meses será parcelado em 10 vezes. Leia mais

Deputados estaduais aprovam venda da Celg

Por Sarah Teófilo

Projeto do governo passou em 1ª votação. Líder do governo afirma que companhia já não é do Estado (que detém 49%), por isso “vender ou não, não fará diferença”

A Comissão Mista da Assembleia Legislativa de Goiás foi tomada por revolta da oposição da Casa quanto ao projeto de venda da parte da Celg D que ainda é do Estado — 51% já foram repassados para a Eletrobras. Após debate, matéria da governadoria foi aprovada na comissão e, em seguida, aprovada em primeira votação no plenário durante sessão extraordinária.

Assim como dito ao Jornal Opção Online na última segunda-feira (29), o líder do governo, José Vitti (PSDB), frisou para a oposição, durante discussão, que não faria diferença vender ou não a companhia, com a justificativa de que o Estado já não é dono majoritário. “A Eletrobras manda em maior parte, e lá na frente eles vão vender também. Então, vamos vender logo, fazer um caixinha”, afirmou o tucano, entre risos — rapidamente repreendido pelo opositor José Nelto (PMDB). “Não debocha”, disse.

O tucano Júlio da Retífica também compartilhou do mesmo pensamento que o seu líder na Casa. O deputado pontuou que a companhia já não é mesmo do Estado, após a alienação de 51%.

Moderado, Simeyzon Silveira (PSC) disse que não vê “muita saída” para a situação da companhia, a não ser vendê-la. O petista Luís César Bueno, por sua vez, pediu a palavra para criticar o governador Marconi Perillo (PSDB). “Quero que fique claro que quem enterrou a Celg foi Marconi, e não o governo federal.”

Deputados aprovam em primeira votação “militarização” de colégios estaduais

Oposição questionou emenda referente ao corte de uma data para promoção dos praças da Polícia Militar que foi incluída no projeto

Marcelo Gouveia e Sarah Teófilo
/Jornal Opção

A Assembleia Legislativa aprovou, nesta terça-feira (30/6), o projeto de lei do governo estadual que transforma oito escolas públicas estaduais em colégios militares. Além das oito, duas emendas pedindo pela implantação do sistema em mais duas escolas foram aprovada, totalizando 10.

Conforme a matéria apresentada, o objetivo da proposta é ampliar o padrão de qualidade nas unidades de ensino, sediadas nos municípios de Goiânia, Aparecida de Goiânia e Senador Canedo. O projeto estabelece o prazo de 30 dias para que a Secretaria de Educação, Cultura e Esporte e o Comando Geral da Policia Militar adotem todas as medidas administrativas para que os Colégios Militares passem a funcionar em sua plenitude.

Líder do governo, o deputado José Vitti (PSDB) frisou que será implantada a disciplina militar nas escolas, mas que o ensino, tampouco os professores, não serão alterados em nada. “Não é uma militarização das escolas, mas sim a inclusão da disciplina militar nos colégios”, disse.

O tucano ainda explicou que os militares são reservistas e, por isso, não será tirado militar das ruas para irem às escolas, como argumentado por deputados de oposição, como Luis Cesar Bueno (PT).

O deputado de oposição Major Araújo (PT) questionou o fato dos uniformes exigidos nas escolas militares serem caros, e que muitas famílias com baixo poder aquisitivo poderiam comprá-las. Segundo parlamentar, muitas crianças terão que se deslocar para bairros vizinhos a fim de continuar seus estudos em colégios convencionais.

Simeyzon Silveira (PSC) — que apoiou o projeto e inclusive pediu a inclusão de uma escola da Região Leste da capital, por meio de emenda —  disse que este seria um ônus a ser debatido posteriormente. O deputado defende a implantação de algumas instituições com este tipo de disciplina, até porque, segundo político, é um constante pedido da população. “O que não defendo é a total implantação do sistema. A família deve ter o direito de escolher”, disse.

Confira a lista com oito dos 10 colégios previstos no projeto que serão militarizados, caso a proposta seja aprovada em definitivo:

Colégio Estadual Miriam Benchimol (Goiânia)
Colégio Estadual Waldemar Mundim (Goiânia)
Colégio Estadual Jardim Guanabara (Goiânia)
Colégio Estadual Colina Azul (Aparecida de Goiânia)
Colégio Estadual Mansões Paraíso (Aparecida de Goiânia)
Colégio Estadual Madre Germana (Aparecida de Goiânia)
Colégio Estadual Barbosa Reis (Aparecida de Goiânia)
Colégio Estadual Pedro Xavier (Senador Canedo)

Câmara Federal rejeita redução da maioridade penal em primeira votação

Por Alexandre Parrode/Jornal Opção

Em vitória do governo Dilma (PT), deputados federais votaram a favor da PEC 171/1993, que criminaliza crimes hediondos e de sangue, mas não conseguiram número suficiente

A Câmara Federal rejeitou em primeira votação, na madrugada desta quarta-feira (1º/7), a Proposta de Emenda a Constituição (PEC) 171/1993, que versa sobre a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos para casos de crimes hediondos (como estupro e latrocínio), lesão corporal grave e roubo qualificado.

Em mais de sete horas de sessão tumultuada e marcada por discursos apaixonados de ambas as partes, 303 deputados votaram a favor da matéria, enquanto 184 votaram contra, sendo quatro abstenções. No total, 491 deputados compareceram à sessão. Eles precisavam de 308 votos no mínimo para aprovar o projeto.

Durante todo o dia, manifestantes ligados à União Nacional dos Estudantes (UNE), à União da Juventude Socialista (UJS) e a partidos da base do governo da presidente Dilma Rousseff (PT), protestaram em frente ao Congresso Nacional e dentro da Câmara. Inclusive, houve princípio de tumulto no Salão Verde, denunciado por parlamentares.

Manifestação em frente ao Congresso Nacional
Vestidos com camisetas a favor e contra a proposta, os deputados trocaram acusações sobre o tema. Governistas afirmavam que somente “jovens negros e pobres” sofreriam com a redução, sendo que a Casa de Leis estava “minando o futuro da juventude brasileira”. Já os favoráveis à PEC sustentavam que aquela era uma resposta do Legislativo aos anseios da sociedade, lembrando que em recente pesquisa, 87% dos brasileiros se mostraram favoráveis à redução.

Veja como ficou a votação:

A favor – 303
Contra – 184
Abstenções – 4

Da vizinha Rio Verde - Polícia investiga caso de PM suspeito de estuprar três mulheres em GO

Polícia Civil abre inquérito para
apurar denúncias / Anhanguera
Segundo vítima, marido foi obrigado a assistir o abuso sem poder defendê-la.
Homem afirma que ele usava mulheres como escudos: 'Se reagisse, atirava'.

Do G1 GO

A Polícia Civil abriu inquérito para investigar um policial militar suspeito de estuprar três mulheres em Rio Verde, no sudoeste de Goiás. Cinco homens que estavam com as vítimas também foram roubados pelo oficial, que foi transferido para outro município. Uma das mulheres afirmou que foi ameaçada durante o abuso e que o esposo foi obrigado a presenciar o ato.

"Eu fiquei o tempo inteiro com a arma na minha cabeça e meu esposo assistiu todo o ato, do começo ao fim", disse a mulher, que não quis se identificar.
O esposo afirmou que pôde fazer nada para proteger a mulher. "Sempre tinha uma menina como escudo. Se a gente tentasse reagir, ele atirava na gente", lembra.
O crime ocorreu no dia 20 de janeiro deste ano. Para não incomodar os vizinhos, oito pessoas, sendo três mulheres e cinco homens, foram para um loteamento ouvir música. Eles alegam que foram surpreendidos pelo policial armado.
Todos os homens foram assaltados e as mulheres, estupradas, segundo a polícía. Para a delegada Renata Ferrari, responsável pelo caso, o modo como o homem agia chamou atenção da polícia. "Essa pessoa se apresentava com um capacete aberto, que era possível ver o rosto dele. A forma como ele conduzia aquela situação, dando voz de comando, chamou atenção de nós da polícia", explica.

Além deste caso, o PM ainda é investigado por outros três estupros ocorridos na cidade. A PM informou que o policial foi transferido por "questões administrativas" para Iporá e que vai apurar o caso. Segundo a corporação, ele não está trabalhando e foi internado em uma clínica psiquiátrica.
Três dos inquéritos já foram concluídos e tramitam em segredo de Justiça no Fórum de Rio Verde.

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