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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Opinião - Decorar tantos números para fazer uma única chamada de emergência

Por Gideone Rosa
Há tempos queria fazer um texto falando da questão acima.
São tantos os números para chamadas de emergência que o brasileiro se confunde e quando ele consegue falar com a instituição de que precisa pode ser tarde. Foi o que aconteceu ontem no centro de Porto Alegre no Rio Grande do Sul quando um cidadão passou mal e não foi atendido a tempo.
Na altura do acontecido tinha uma equipe da tv RBS fazendo uma cobertura jornalística quando se depararam com esse cidadão passando mal e na tentativa de socorrer fizeram inúmeras ligações para os tantos números existentes que vão desde 190 até o 195. No primeiro momento ligaram para o SAMU que não pode enviar uma ambulância em seguida para a polícia que disse não ter pessoal para um evento como esse, ou seja não é para esse tipo de trabalho a razão da existência da polícia. Depois de ser mal atendido pelo atendente do SAMU e de tanto insistir com a Brigada Militar é que foi enviada uma viatura para tentar socorrer a vítima o que foi tarde, o homem veio a falecer quando chegava ao hospital.
Um fato como esse é extremamente sério quando se trata de inúmeros telefones a serem decorados para fazer uma simples chamada de emergência. É número específico para as polícias, SAMU, defesa civil, bombeiros, companhia de saneamento e energia. Se é uma adutora de água que é rompida o contribuinte chama um número, se é um cabo elétrico colocando em risco vidas outro número e assim por diante. É notório que na tentativa de socorrer alguém, salvar uma vida ou prevenir uma situação qualquer de emergência até que se consiga chegar ao número específico o pior pode ocorrer.
De todos esses números citados temos o 190 da polícia que é o mais usual, até porque vivemos um momento de extrema violência, mas se for uma outra situação como de socorro médico a polícia pouco pode fazer, foi o que aconteceu em Porto Alegre.
Em países como os Estados Unidos isso tudo é minimizado pois existe apenas um número de emergência, seja para polícia, bombeiros, defesa civil ou socorro médico, é o que todos vemos nos rotineiramente nos notíciarios e até nos filmes, o 911. Pelo que entendemos quando você chama o 911 nos EUA a central se encarrega de contactar a equipe adequada para o evento.
Não seria a hora de adotarmos a mesma sistemática e termos um único número nesse nosso Brasil?
Acredito que as vezes simplificar pode salvar vidas e agilizar procedimentos.
Clique aqui e veja como funciona o 911 nos EUA
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Parabéns Jataí


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