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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

FAO afirma que é possível reduzir emissões da pecuária em 30%

 Autor: Fabiano Ávila   -   Fonte: Instituto CarbonoBrasil

Maior relatório já realizado sobre a contribuição da atividade para o aquecimento global conclui que a popularização de melhores práticas e tecnologias seria o suficiente para cortar drasticamente a liberação de gases do efeito estufa

A pecuária é responsável por emitir anualmente 7,1 gigatoneladas de dióxido de carbono equivalente (CO2e), cerca de 14,5% de toda a liberação de gases do efeito estufa (GEEs) resultante das atividades humanas. Em alguns países, como no Brasil, o setor e as mudanças do uso da terra provocadas por ele e pela agricultura são o principal contribuinte para as emissões nacionais.

Por isso, o novo relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) merece ser saudado por esclarecer que é possível reduzir as emissões da pecuária sem diminuir a produção de alimentos.

“Tackling climate change through livestock: A global assessment of emissions and mitigation opportunities” (algo como Lidando com a mudança climática através da pecuária: uma avaliação global das emissões e oportunidades de mitigação), divulgado nesta semana, está sendo apresentado pela FAO como “a mais abrangente estimativa já feita sobre a contribuição da pecuária para o aquecimento global – assim como do potencial do setor para lidar com o problema.”

A principal mensagem do documento é que, se as melhores tecnologias e práticas já existentes fossem implementadas em escala mundial, seria possível reduzir em até 30% as emissões da pecuária. Leia mais

Brasil

Um relatório sobre emissões da pecuária não poderia deixar de fora o país com maior rebanho comercial de bovinos do mundo, com aproximadamente 209 milhões de cabeças.

O Brasil recebe destaque justamente por suas NAMAs, em especial o Programa de Agricultura de Baixo Carbono (ABC). O país assumiu uma série de compromissos com esse plano, como a redução de 6,9 milhões de toneladas de CO2e até 2020 com o desmatamento evitado e com melhores práticas para a agropecuária.

O Programa ABC possui um orçamento estimado de R$ 197 bilhões e oferece linhas de créditos com taxas abaixo do mercado para financiar a adoção de novas tecnologias que resultem em ganhos ambientais e energéticos.

De acordo com a FAO, o Brasil é um exemplo por conseguir aumentar o rebanho ao mesmo tempo em que conseguiu reduzir o desmatamento (Link: veja gráfico).
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