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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Não matarás - Ecossistemas - Brasileiros finalmente debatem testes em animais

Autor: Fernanda B. Müller   -   Fonte: Instituto CarbonoBrasil

País parece ter acordado para a questão do uso de animais para o desenvolvimento de remédios, cosméticos e no treinamento de profissionais da saúde

O caso da invasão do Instituto Royal, em São Roque, São Paulo, por ativistas buscando "libertar" Beagles na semana passada trouxe à tona um tema que estava distante das rodas de conversas: os testes em animais.
Utilizados na indústria farmacêutica, de cosméticos e na academia – em faculdades como Medicina, Biologia e Veterinária –, os testes em animais costumam ser defendidos por pesquisadores, médicos e empreendedores como necessários para garantir que os efeitos de determinadas substâncias sobre os humanos não sejam prejudiciais e no treinamento acadêmico de profissionais.
Porém, muitas pessoas acabam por questionar a necessidade desse procedimento e o conhecimento que é gerado por ele. Elas argumentam que os testes não são válidos, usam extrema crueldade e que o ser humano não tem o direito de causar sofrimento a outros animais.
Vídeos e relatos dessas cenas estão por toda a parte, e seria impossível dizer que não há abuso em vários casos.

No caso do documentário ‘Não Matarás’, do Instituto Nina Rosa, a situação se mostra realmente chocante – como em testes de toxicidade em que 50% dos animais morrem em 24 horas ou em outros em que cosméticos são testados nos olhos de um coelho – e diversos especialistas argumentam sobre a quantidade de informações divergentes da alegação de que não há alternativas e de que não seria crueldade. 
Uma das práticas mais combatidas é a vivissecção, quando são realizadas intervenções em animais vivos com propósitos científicos, como por exemplo a observação de fenômenos fisiológicos ou comportamentais a partir da administração de substâncias químicas.
Em ‘Não Matarás’, um estudante descreve um inesquecível episódio em que, para demonstrar o efeito da estricnina, um rato foi aberto (vivissecção) e ao ser injetada em seu estômago, a substância provocou uma forte convulsão no animal. Após procedimentos como este, os animais geralmente são mortos e descartados. Leia mais/CarbonoBrasil
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