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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Em assembleia, policiais civis em greve decidem manter movimento

Paralisação da categoria em Goiás teve início no último dia 17 de setembro.
Sindicato diz que negociação com governo continua, mas não houve acerto.
Fernanda BorgesDo G1 GO
Os policiais civis do estado, que estão em greve há 83 dias, decidiram manter o movimento durante uma assembleia realizada na tarde desta segunda-feira (9), na Câmara Municipal de Goiânia. De acordo com Sindicato dos Policiais Civis de Goiás (Sinpol-GO), a conversação com o governo estadual continua em andamento, mas nenhuma proposta concreta foi apresentada.
Em entrevista ao G1, a diretora do sindicato Stela Maris de Almeida disse que cerca de 600 policiais estiveram presentes no encontro, mas apenas nove manifestaram interesse em voltar ao trabalho. “Já cedemos muitas das reivindicações desde o começo da paralisação, pois queremos um acerto razoável para ambas as partes, mas, infelizmente, ainda não houve um entendimento”, afirmou.
Ainda de acordo com Stela, o pedido de afastamento de seis policiais civis feito pelo titular da Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH), Murilo Polati, também pesou na decisão da categoria em manter a paralisação. “Esse não é o único fator determinante, mas com certeza ajudou a acirrar ainda mais os ânimos de todos. Foi um abuso de autoridade que a categoria não pode aceitar”, destacou.

Greve
Agentes e escrivães da Polícia Civil iniciaram a greve no dia 17 de setembro. No começo, eles pediam um reajuste proporcional no piso salarial, que é de R$ 3.062. Eles queriam a proporcionalidade de 60% do piso salarial do delegado. Também exigiam a reestruturação da carreira e bônus por produtividade, que também é pago atualmente aos delegados.

Após reunião com o secretário de Segurança Pública Joaquim Mesquita, intermediada pelo Ministério Público Estadual (MP-GO), líderes do movimento enviaram uma contraproposta ao governo, aceitando negociar a porcentagem de reajuste.
No início de novembro, o governador Marconi Perillo (PSDB) determinou o corte de ponto dos grevistas. Segundo ele, todas as alternativas de acordo já haviam sido apresentadas. “Aquilo que é possível já foi sinalizado, o que não é possível não será feito”, justificou Perillo. 
Leia mais/G1

Nota JN: Até quando o governo de Goiás vai levar essa situação? Lá se vão mais de 2 meses que o povo goiano não tem polícia civil.
É inadmissível que a população sofra com  a falta de segurança. Do que adianta chamar a Polícia Militar se a Civil não está presente na hora do Boletim de Ocorrência? Gideone Rosa
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