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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Rio Verde - Casa Dona Ambrosina é tombada como patrimônio histórico e artístico do município

Por Vanderli Silvestre
A última das edificações que ainda conserva a arquitetura da época da construção de Rio Verde, a Casa Dona Ambrosina, agora pertence ao Patrimônio Histórico e Cultural. Para que isso fosse feito, a Fundação Municipal de Cultura (FMC), através do Conselho de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental de Rio Verde, fez todo o levantamento e pesquisas para que a construção foi tombada. O Decreto n. 0133/2014, homologou a resolução do Conselho em 21 de janeiro de 2014.  O tombamento foi realizado para que para que todo esse valor histórico e cultural do local pudesse ser preservado ao longo das gerações.
A residência pertenceu a Dona Ambrosina Candida da Silveira Leão e foi construída, segundo os historiadores, por volta de 1895, agregando até os dias atuais as características da época. O local serviu de abrigo para personagens ilustres na época da Revolução em 1930, Pedro Ludovico Teixeira que residia na época em Rio Verde e idealizador da Revolução, além do Senador Martins Borges abrigaram nos porões do Casarão.
De acordo com o presidente da FMC, João Orlando Cruvinel de Lima, a cultura do município está sendo valorizada. “Estamos trabalhando para que as gerações futuras possam conhecer um pouquinho da história da nossa cidade, com certeza o Casarão agrega um grande valor histórico e arquitetônico que deve ser mantido. Todo o município e Goiás ganha com ações como esta.”
A antiga residência de Dona Ambrosina, abrigará a sede do Instituto Histórico Geográfico de Rio Verde e a Associação dos Artistas Plásticos de Rio Verde, conforme Lei 5.977/2011.

Tombamento:
O tombamento é o ato de reconhecimento do valor cultural de um bem, que o transforma em patrimônio oficial e institui regime jurídico especial de propriedade, levando em conta sua função social. Um bem cultural é "tombado" quando passa a figurar na relação de bens culturais que tiveram sua importância histórica, artística ou cultural reconhecida por algum órgão que tem essa atribuição.
Segundo o Art. 17, do Dec-Lei 25/37, decreto lei federal: "As coisas tombadas não poderão, em caso nenhum ser destruídas, demolidas ou mutiladas, nem, sem prévia autorização especial do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, ser reparadas, pintadas ou restauradas, sob pena de multa de cinquenta por cento do dano causado. Parágrafo único. Tratando-se de bens pertencentes á União, aos Estados ou aos municípios, a autoridade responsável pela infração do presente artigo incorrerá pessoalmente na multa."

Nota JN - Uma pergunta que está a incomodar boa parte dos jataienses é com relação à casa ou casarão da Av. Goiás esquina com Rua Zeca Lopes, qual será o destino de mais esta parte da história de Jataí? Terá aquele casarão o mesmo fim que o antigo Hotel Dom Bosco e tantos outros casarões? Aliás, são duas perguntas e não uma que a população aguarda uma resposta.
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