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quarta-feira, 5 de março de 2014

O crime banalizado

Por Gideon Ross
Estamos vivendo um clima de insegurança nunca antes vivido, policiais sendo atacados nas próprias casas, carros queimados, casas invadidas, pequenos povoados sendo atacados por assaltantes...
A pouco tempo bem pertinho de nós no povoado de Itumirim, onde tem apenas meia dúzia de casas e um ponto de ônibus e um bar foi atacado por assaltantes, um pouco mais perto a cidade de Serranópolis, com pouco mais de 7 mil habitantes, teve um ponto de drogas desmantelado pela polícia. E ainda um assassinato sem precedentes na região onde uma mulher teve a garganta cortada pelo marido no interior de um bar...É ou não é a banalização do crime?
Durante essa semana, semana de carnaval, diga-se de passagem, tivemos um relato de uma moradora do bairro Portal do Sol, região norte da cidade de Jataí, advogada, ela conta do que houve com sua casa naquele bairro onde os bandidos fizeram um limpa como se ela tivesse contratado uma transportadora de mudanças para se mudar para outra cidade. De novo perguntamos: É ou não é a banalização do crime?
Parece tudo estar muito natural, como sendo um costume e que devemos aceitar tudo passivamente. Não devemos e não podemos.
Dentro de suas limitação acreditamos que a polícia está cumprindo o seu papel. ...Ou não está? Para alguns não está. Há quem diga que a polícia não está tão presente principalmente nas rondas noturnas velando pelo bom sono dos justos trabalhadores, dando batidas nos botecos que parecem não se importarem com o sono destes justos trabalhadores.
O que nós pobres mortais temos que fazer para que as autoridades tomem medidas mais severas contra essa banalização? Amarrar os bandidos nos postes da cidade como vimos acontecer em algumas cidades? Ou nos mudar para as colinas como diz um amigo. Ou quem sabe nos mudar, como diz no filme do Adam Sandler, nos mudar para o Sul, o sul profundo. Até parece que chegamos, literalmente, ao fundo do poço.
Quem sabe não chegou a hora do poder público municipal criar a nossa guarda municipal. Pelo menos poderemos ter rondas noturnas mais eficientes, disciplinar botecos que não ligam a mínima para as pessoas de bem, dar mais segurança nas portas de nossas escolas, inibir o ato dos larápios de assaltar em plena luz do dia os pobres aposentados que saem dos bancos com pouco dinheiro.
Vamos dar um basta na banalização do crime.

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