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terça-feira, 22 de abril de 2014

Resumo da semana

Por Gideon Ross
A semana que passou foi atípica para o JN onde parecia até um web jornal policial. Noticiamos um assalto à mão armada com refém na Sexta-Feira Santa e o desaparecimento da jovem Tatylla no qual passamos todos apreensivos diante de um fato trágico não só pelas circunstâncias mas também pelo desfecho que comoveu a todos os jataienses.
Diante de tanta violência algo nos  chamou a atenção, um "fascínio" absurdo por fatos violentos, que envolve parte da nossa sociedade em ler, saber e ver essa violência de perto. Não estamos falando apenas da violência como assaltos, roubos, assassinatos mas também da violência provocada por pessoas que parecem de bem, pessoas que receberam um voto de confiança para representar um povo na criação de leis e administrar um país, os quais, esses sim deveriam ser observados de perto com olho clínico, vigilantes pois esses sim, de verdade podem ser os piores, usam da corrupção para nos assaltar, nos  roubar quando se fazem de inocentes e que no fundo não passam de lobos em pele de cordeiro.
Mas voltamos ao observatório da violência. 
Na Sexta-Feira Santa ao noticiarmos o assalto à mão armada quando o meliante fez um refém no interior de uma loja de bebidas na parte alta da cidade, observamos o "fascínio" por parte da população em ver a coisa de perto, o que causou até uma preocupação por parte dos policiais devido o número elevado de pessoas nas proximidades do crime. Pessoas como homens, mulheres e até crianças. Isso mesmo crianças.
Foram aparecendo famílias inteiras para ver o ocorrido. O absurdo foi tanto que me levou a acreditar que hoje o crime virou atração turística!!! Extrapolamos a banalização do crime, só está faltando o "calendário criminal" no qual os bandidos poderão dar a hora, o dia, a semana e o mês da realização do evento para que "todos" possam apreciar, e quem sabe até aplaudir o "show". Um absurdo.
Senhores, não será esse o momento de voltarmos para nós mesmos e refletirmos no que estamos fazendo? Será que estamos observando os fatos como deveríamos?
Voltando ao segundo parágrafo de nossa história. O que devemos fazer é observar aquele que se finge de morto, de cordeirinho e que nos enche de belas palavras e promessas em época de ter seu voto de confiança para endossar a corrupção. Deixe que os bandidos de rua como os assaltantes, ladrões e estupradores que a polícia dá jeito. Claro que uma mãozinha para a denúncia sempre ajuda os policiais. E guarde esse seu "fascínio" no saco pois bala perdida não tem endereço certo. 

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