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terça-feira, 20 de maio de 2014

SkateSquare quer ser o aplicativo de mapeamento do skate

“Apostamos tudo por amor ao skate. É um app de skatista para skatista, e acho que o horizonte está bom para ele”. Aos 27 anos, Lierson Mattenhauer agora é chamado por aí de “skatista nerd”. Isso porque ele tentou resolver um problema antigo de todo skatista, de qualquer parte do mundo, usando tecnologia. Com amigos desenvolvedores da sua agência de publicidade, criaram o SkateSquare, que mapeia colaborativamente lugares para se andar de skate (chamados de “picos”), divididos por modalidade.
“Fizemos tudo ‘na casa’. Todo lucro da agência foi para o projeto. Foi um trabalho de mais de um ano para desenvolver o app, fechamos dois dias por semana dedicados só para isso; e gastamos, por cima, mais de R$ 40 mil para tirar do papel”, diz Mattenhauer, que espera que o SkateSquare se torna “um app definitivo para o skate”.
 
SkateSquare está disponível em site e aplicativo (iOS). A versão para browser foi lançada em setembro e o app em dezembro de 2013, a página conta com 20 mil visitas mensais e o app tem 1,5 mil usuários ativos. A expectativa é que esse número ainda muito mais após o lançamento da versão para Android, sistema operacional presente em 80% dos smartphones no mundo.
O objetivo da plataforma é exibir os picos, que podem ser cadastrados com fotos e vídeos por qualquer usuário, que podem então receber avaliações, classificados por dificuldade e qualidade, e um painel que mostra quantos usuários do app estão no local (em um sistema baseado na lógica do check-in, do Foursquare). Sobre este último recurso, os criadores incluíram um mini-game, no qual o dono de um vídeo feito no pico que tiver mais curtidas (chamadas de “Yeah”; avaliação contrária é “Zuado”) se torna “rei do pico”.
“Ando de skate desde os 12 anos na modalidade de downhill speed, que por ser de velocidade, vamos basicamente em estradas”, conta. “Então você precisa saber onde andar, porque os mais conhecidos são uns quatro ou cinco picos que ficam cheios, mas tem muito lugar bom e que a galera não descobriu ainda.” Para ler mais, clique aqui.
Fonte: Blog Link, O Estado de S. Paulo
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