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domingo, 15 de junho de 2014

Quem disse que turismo em Jataí não emplaca?

Não precisamos de nenhuma instituição vir com levantamentos que nosso potencial turístico é grande, basta dar uma volta pela nossa cidade e principalmente pela zona rural.
Jataí é hoje uma cidade bem cuidada, com qualidade de vida, muito verde, hotéis confortáveis e ainda um clube com águas termais que complementa esse círculo.
Na zona rural temos fazenda centenárias com diversidades culinárias centenárias, instalações históricas onde o turista pode vivenciar a rotina rural desde a lida com animais, ver vastas plantações das mais diversas culturas a passeios em meio à natureza.
A reportagem do Globo Rural a seguir vai mostrar justamente o que um município pode ter de resultados positivos explorando o turismo rural. 

Turismo rural no ES gera renda e mantém cultura de imigrantes
Programa Caminhos do Campo gera mais de dois mil empregos na região.
Propriedades ficam entorno da Pedra Azul, na região serrana do estado.
As pequenas propriedades da região central do Espírito Santo encontraram no agroturismo a solução para melhorar a renda das famílias. O roteiro chamado de Caminhos do Campo é cheio de novidades para quem deseja conhecer o jeito simples do capixaba levar a vida.
O último levantamento feito pelo Incaper registrou 500 famílias cadastradas no programa. No conjunto, elas movimentam cerca de oito milhões de reais por mês. O programa garante mais de dois mil  empregos na região.
A Pedra Azul, um maciço de mais de 1.800 metros de altitude é uma das atrações da região serrana do Espírito Santo.
Fica no município de Domingos Martins. A região foi colonizada pelos imigrantes italianos na segunda metade do século dezenove. Nos restaurantes típicos pode-se provar a comida caseira, com destaque para a polenta cozida ou frita na chapa. Tudo produzido pelas mãos calejadas do povo local.
Além de comer e beber a vontade, no local os visitantes podem pescar, colher frutas e provar os produtos regionais: são vinhos, cachaças, queijos, presuntos, e doces de dar água na boca. No final é bom dar uma paradinha para apreciar o sabor dos cafés especiais uma marca registrada dessa região.
Além da beleza da paisagem que encanta o turista, essa região central do Espírito Santo tem um relevo e um clima que favorecem muito a produção dos cafés de alta qualidade. Carlos Alberto Altoé colhe por ano, 450 sacas de café arábica. Com a chegada dos turistas, Carlos e muitos produtores investiram no beneficiamento do café para vender no sítio ou nas lojas da cidade. 
Os grãos são escolhidos a dedo. A máquina comprada recentemente torra cinco quilos de café a cada quinze minutos. O restante do processo é manual. A mesma mão que plantou e produziu o café, cumpre agora a função de embalar, pesar e comercializar o produto.
Com a venda direta, Carlos está conseguindo ganhar o dobro pela saca de café. “A gente adquiriu conhecimento, visitações, cursos... A satisfação de colocar um produto que a gente produz para o consumidor”, diz o agricultor. 

Antes de investir na  compra dos equipamentos os produtores passaram por um treinamento como explica Evair Vieira, presidente do Incaper, Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural. “O agricultor tem que estar treinado para ir na lavoura e pela cor, pelo tempo, pela umidade do ar, saber se está no momento certo da colheita, para que ele não comprometa em nenhuma fase, até na torrefação, aquilo que a natureza produziu, que é uma raridade um café como esse”, diz. 
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