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sábado, 12 de julho de 2014

Brasil x Holanda é a 'pelada' mais tensa das Copas do Mundo

Buda Mendes/Getty Images
A batalha pela "medalha de bronze" do Mundial de 2014, neste sábado, em Brasília, às 17h, terá, pelo menos para o Brasil, um clima de tensão incomum.
Disputa de terceiro lugar é um jogo fora da curva na história das Copas, com times desinteressados, que quase sempre fazem jogos de pouca marcação e muitos gols, como se fossem verdadeiras 'peladas'. Mas a batalha pela "medalha de bronze" do Mundial de 2014, neste sábado, em Brasília, às 17h, terá, pelo menos para o Brasil, um clima de tensão incomum.
Nos 17 jogos até hoje para definir o terceiro colocado (em 1930 e 1950 não houve essa partida), foram marcados 69 gols, média de 4,06 por jogo. Em 13 ocasiões, a partida teve mais gols que a média geral do maior torneio do planeta. É só ver o que aconteceu nas últimas Copas, em que a retranca era a marca. Em 2010, o torneio teve média de 2,27 gols por partida. Já o duelo pelo bronze registrou cinco gols, três da vitoriosa Alemanha contra dois do derrotado Uruguai.

Neste sábado, em Brasília, a Holanda já mostrou seu desprezo quase absoluto. O máximo de motivação é, segundo seu treinador, Louis Van Gaal, terminar uma Copa pela primeira vez com uma vitória. Bem diferente do que acontece com o Brasil.

Depois da humilhante derrota de 7 a 1 para a Alemanha, nas semifinais, uma nova derrota hoje pode transformar o estádio Mané Garrincha em um caldeirão. E não só para o time.

À medida em que os alemães marcavam seus gols, os xingamentos direcionados à presidente Dilma Rousseff aumentavam. Em Brasília, onde a política já foi ofendida no ano passado, na Copa das Confederações, um mau desempenho da seleção em campo diante dos holandeses é combustível para novos xingamentos.

A partida também será um termômetro para o futuro da comissão técnica. A dupla José Maria Marin e Marco Polo del Nero, que comanda a CBF, pensa até em manter Felipão e o coordenador Carlos Alberto Parreira. Mas pode mudar de ideia em caso de uma repercussão ruim do plano, o que pode acontecer em caso de um novo vexame.

Por fim, restam os jogadores. Diante da Alemanha, em Belo Horizonte, praticamente só Fred foi vaiado. O centroavante deve começar no banco. Vai sobrar para seus companheiros então o desafio de sair ileso do tenso jogo na capital federal.
Fonte: esportes.br.msn
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