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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Atuação de serial killer em Goiânia não é descartada e delegados do interior vão ajudar em investigações

Delegado Murilo Polati: entre as causas das mortes
estão motivações passionais e o uso e o tráfico de
drogas | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção/Arquivo
Por Marcello Dantas
Apesar de não crer na possibilidade de um assassino em série na capital, titular da DIH disse que hipótese deve ser considerada até que se prove o contrário
A existência de um assassino em série em Goiânia não foi descartada pela Polícia Civil neste domingo (3/8), durante entrevista à imprensa. A possibilidade foi levantada após a circulação de áudio pelo aplicativo de conversas por celular WhatsApp, em que uma garota alertava para a atuação de assassino de mulheres em determinados setores da capital em uma motocicleta e capacete pretos.

Titular da Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH), o delegado Murilo Polati afirmou que a polícia tem a convicção de que não é uma única pessoa que está tirando a vida das vítimas. No entanto, considerou que não é possível excluir a hipótese até que se comprove isso.
Casos de homicídios contra mulheres jovens em Goiânia em que os suspeitos teriam características semelhantes foram registrados antes e depois da divulgação da mensagem de voz. As ações eram parecidas: o criminoso se aproximava e disparava, matando a vítima sem levar nada. Contudo, o delegado pontuou que os veículos utilizados são de marcas e cilindradas diferentes. As descrições físicas também não são as mesmas.

O investigador disse que as mortes podem ter motivações passionais e o envolvimento com o uso e o tráfico de drogas. Na opinião dele, os autores podem estar aproveitando dos boatos para agir dessa maneira, fazendo com que a culpa caia para o suposto assassino em série.

Sem repassar detalhes para não atrapalhar as investigações, Murilo Polati informou que há dois casos em que já existem mandados de prisão em aberto contra foragidos. Segundo ele, as apurações são de “extrema complexidade” e que os resultados dos trabalhos dependem de laudos do Instituto de Criminalística. Além disso, há as representações da Justiça, que podem demorar a ser acatadas. Leia mais/Opção
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