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sábado, 30 de agosto de 2014

Fabiano está solto - Justiça liberta empresário suspeito de mandar matar a namorada em Jataí-GO

Homem estava preso desde o dia 21, após decretação de prisão preventiva.
Para desembargador, não há provas de que ele tenha encomendado morte.
Do G1 GO, com informações da TV Anhanguera
A Justiça de Goiás concedeu um habeas corpus ao empresário Fabiano Antônio Falqueto, de 28 anos, preso suspeito de mandar matar a namorada, a auxiliar administrativa Tatylla Cristina Marçal da Silva, de 24 anos, que desapareceu após sair da igreja, em Jataí, no sudoeste do estado. Na decisão, o desembargador Ivo Fávaro destacou que não há provas concretas que incriminem o empresário e que ele possui residência e emprego fixos. Sendo assim, ele vai aguardar o julgamento em liberdade.
Tatylla foi encontrada morta em uma pedreira, no último dia 18 de abril, cinco dias após ter desaparecido. A jovem tinha sido vista pela última vez saindo de uma igreja. Câmeras de segurança registraram o carro da jovem sendo seguido por uma caminhonete, que, segundo a polícia, pertence ao namorado dela. Em depoimento logo após essa constatação, Fabiano negou que se encontrou com Tatylla no dia em que ela desapareceu.
Na época, ele chegou a ficar cinco dias preso, mas a defesa recorreu e o mesmo desembargador concedeu a liberdade. O advogado de Fabiano, Márcio Severino, disse ao G1 na ocasião que o empresário é inocente.

Desta vez, a Justiça decretou a prisão preventiva depois que o homem apontado como executor do crime confessou a participação e disse que ela foi executada a mando do empresário. Com isso, Fabiano foi preso no último dia 21 e a defesa recorreu novamente. Fávaro analisou o caso e mais uma vez concedeu o alvará de soltura, na quarta-feira (27).

De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária e Justiça (Sapejus), o empresário deixou a penitenciária no mesmo dia.

Motivação do crime
Segundo o delegado responsável pelo caso, André Fernandes, o homem que afirma ter matado a jovem a mando do empresário relatou que receberia R$ 4 mil. “Segundo o executor, Fabiano encomendou o crime por conta de problemas de relacionamento com Tatylla e porque ela sabia demais. Era para ele dar ‘um cala boca’ nela”, relatou.
De acordo com o delegado, o rapaz disse que o empresário tem ligações com outros crimes, que são investigados pela polícia. “Entretanto, a investigação ainda não conseguiu descobrir o que seria esse 'saber demais', quais informações a Tatylla tinha”, afirma Fernandes.

O interrogatório do suposto executor do crime aconteceu depois que ele se recuperou após ser baleado na cabeça em uma troca de tiros com policias militares. O tiroteio ocorreu em junho deste ano, quando o homem, de 24 anos, foi preso. Ele chegou a ser internado em estado gravíssimo.

Desaparecimento e morte
A jovem desapareceu após sair de uma igreja em Jataí. “Eu liguei para ela 19h. Ela estava chorando e eu não perguntei o que foi. Aí, eu a chamei para ir para igreja. Ela foi, saiu mais cedo e foi embora. Disse que ia dormir”, relatou a mãe da jovem, Adenilda Marçal Trindade, na época do sumiço da filha. Ao notar o desaparecimento da garota, Adenilda tentou ligar várias vezes para o celular de Tatylla, mas as ligações sempre caiam na caixa postal.

De acordo com as investigações, depois do sequestro, a vítima foi levada para Goiânia. Imagens de um circuito de segurança de um hotel da capital mostraram a jovem sendo conduzida por dois homens, que são os supostos criminosos contratados.

No dia 17 de abril, o carro de Tatylla foi encontrado em uma casa de Goiânia durante uma operação do Grupo de Radiopatrulha Aérea (Graer) da Polícia Militar. Na mesma ação, a polícia prendeu seis pessoas, entre elas um idoso de 77 anos e uma mulher de 35 anos, e apreendeu um menor de 17 anos. Segundo a Polícia Militar, os suspeitos afirmaram que pegaram o veículo com terceiros e disseram não ter informações sobre o sumiço da jovem.

No dia seguinte, a polícia encontrou o corpo da vítima em uma pedreira de Goiânia. Ela foi enterrada no dia 19 de abril, em Jataí.
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