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terça-feira, 2 de setembro de 2014

Negociação de ações da Celg teria causado divisão na diretoria da Eletrobras

Por Thiago Burigato/JO
Para a tomada da decisão houve uma abstenção, um voto contrário e seis a favor. Pelo menos três desses seis, no entanto, teriam sido proferidos de forma “contrariada”

A compra de 51% das ações da Celg não foi tomada em consenso pelos conselheiros da Eletrobras. Segundo o jornal Valor Econômico, a negociação deixou a direção da empresa dividida, com uma abstenção, um voto contrário e seis a favor. Pelo menos três desses seis, no entanto, teriam sido proferidos de forma “contrariada”.

O único que não participou do encontro foi o membro independente João Antonio Lian, que estava em viagem. Segundo a publicação, Jailson José Medeiros Alves, que representa empregados da companhia, foi o único a votar contra a aquisição da distribuidora.

Apesar disso, uma fonte do Valor informou que os conselheiros Wagner Bittencourt (vice-presidente do BNDES), Lindemberg de Lima Bezerra (representante do Tesouro Nacional) e Maurício Carvalho (secretário do Programa de Aceleração do Crescimento) ficaram desconfortáveis com a posição tomada.

A fonte avalia que a decisão foi estritamente política, já que, em reunião anterior, o conselho de administração decidiu não acompanhar o aumento de capital da distribuidora matogrossense Cemat, cuja taxa de retorno é maior do que a da Celg. Na ocasião, o conselho entendeu que a Eletrobras não tinha dinheiro em caixa suficiente para realizar o negócio. “[A compra da Celg] é mais do mesmo. Ninguém se interessava pela empresa. Então a Eletrobras foi utilizada para engolir o abacaxi.” Leia mais
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