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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Confirmado o primeiro caso de chikungunya em Minas Gerais

Informação foi divulgada pela Secretaria de Estado de Saúde de MG.
Ministério da Saúde confirmou 173 casos da doença em todo o país.
A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) confirmou o primeiro caso de febre chikungunya dentro do território mineiro. A paciente é uma mulher, de 48 anos, moradora da cidade de Matozinhos, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Os sintomas começaram a se manifestar no dia 27 de agosto, e o caso foi confirmado mais de um mês depois. Na última sexta (10), uma equipe da SES esteve na casa da paciente que estava com dores nas articulações. Segundo o órgão, ela não viajou para regiões endêmicas. Portanto, é provável que a mulher tenha contraído a doença em Matozinhos. A febre chikungunya foi confirmada por exames feitos pela Fundação Ezequiel Dias (Funed).

Segundo a coordenadora Programa Estadual de Controle da Dengue, Geane Andrade, medidas foram tomadas para conter o avanço da chucungunya em Matozinhos. "Primeiro lugar, foi feita a investigação epidemiológica do caso para caracterizar o risco e planejar as ações.  As ações, então, são o envio de força tarefa ao município de Matozinhos e também as ações de controle vetorial, como carro de UBv [fumacê], para que seja minimizando o risco de transmissão para a população", destacou.
A secretaria ainda investiga cinco casos suspeitos nas cidades de Montes Claros, Contagem, Belo Horizonte, Viçosa e Coronel Fabriciano. O órgão informou que já tomou providências em relação ao controle dos vetores, os mosquitos Aedes aegypti - o mesmo que transmite a dengue - e o Aedes albopictus.
De acordo com a última atualização do Ministério da Saúde (MS), divulgada no dia 9 de outubro, 173 casos internos da doença foram registrados em território nacional, sendo 156 na Bahia e 17 no Amapá.

A doença
O vírus chikungunya foi identificado pela primeira vez entre 1952 e 1953, durante uma epidemia na Tanzânia. Mas casos parecidos com essa infecção – com febres e dores nas articulações – já haviam sido relatados em 1770. O agente transmissor é o mosquito Aedes aegypti, mesmo causador da dengue, e Aedes albopictus.
Quais são os sintomas?
Entre quatro e oito dias após a picada do mosquito infectado, o paciente apresenta febre repentina acompanhada de dores nas articulações. Outros sintomas, como dor de cabeça, dor muscular, náusea e manchas avermelhadas na pele, fazem com que o quadro seja parecido com o da dengue. A principal diferença são as intensas dores articulares.
Tem tratamento?
Não há um tratamento capaz de curar a infecção, nem vacinas voltadas para preveni-la. O tratamento é paliativo, com uso de antipiréticos e analgésicos para aliviar os sintomas. Se as dores articulares permanecerem por muito tempo e forem dolorosas demais, uma opção terapêutica é o uso de corticoides. g1.com.br 
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