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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Marconi e o fogo cruzado dos adversários durante debate

Atacado por todos os lados, Marconi expõe fragilidade de oponentes durante debate
Por Marcelo Gouveia/JO
A menos de cinco dias das eleições, governadoriáveis optaram por uma estratégia de ataque

O primeiro e último debate televisionado entre os candidatos ao governo de Goiás, que ocorreu no fim da noite desta terça-feira (30/9), pela TV Anhanguera, não foi palco para muitas novidades dentro do cenário eleitoral goiano a menos de cinco dias das eleições.

De um lado, os governadoriáveis que fazem oposição ao candidato à reeleição Marconi Perillo (PSDB) tentaram, de todo modo, apontar os principais gargalos da atual gestão estadual, além de empreender críticas que certamente ultrapassam as questões administrativas. Do outro lado, o tucano, ao mesmo tempo em que tentava se proteger das acusações, fazia o máximo para manter a linha propositiva de campanha, a qual tem defendido ao longo do período eleitoral.

Bombardeado por todos os lados e com cinco requisições para direito de resposta (com apenas uma concedida), Marconi conseguiu, em muitos momentos, expor a fragilidade de seus adversários ao responder as críticas dirigidas a ele e à sua administração.

O candidato pelo PMDB, Iris Rezende, foi o responsável por grande parte destas críticas. Confrontado sobre a área de Segurança Pública, o decano peemedebista lembrou que o Estado de Goiás é hoje o quarto mais violento do País e que, somente no último ano, 2.500 pessoas foram mortas em território goiano. Como saída, entre outras propostas, Iris destacou que pretende dobrar o efetivo policial, caso seja eleito.

Marconi, por sua vez, retrucou e disse que a alternativa apresentada se baseava em pura “demagogia”. “Para dobrar o efetivo da polícia no Estado precisaria de mais de R$ 1 bilhão. Isso é proposta para enganar a população”, asseverou, destacando os investimentos empreendidos por sua gestão na área de Segurança Pública.

O tema “funcionalismo público” foi lembrado por mais de uma vez ao longo do debate. Em uma das ocasiões, o peemedebista Iris teve que prestar esclarecimentos quanto à demissão em massa empreendida logo em seu primeiro mandato como governador. “Eu recebi o governo, em 1983, com o Estado devendo aos funcionários. Tive que tomar medidas enérgicas”, defendeu.

Assuntos como Saúde, Agronegócio e Educação também foram levantados durante o debate. Em relação à esta última área, Marconi sustentou que, caso reeleito, analisará devolver a titularidade aos professores. “Estamos analisando com total interesse a volta da titularidade, mas com os pés no chão, porque implica muito dinheiro. Não vou fazer promessa pedagógica”, frisou. A resposta foi direcionada ao candidato Antônio Gomide (PT), que chamou a atenção sobre o assunto durante o debate.

Fora os ataques unilaterais a Marconi, Vanderlan e Gomide também protagonizaram embates. Em uma das ocasiões, o petista acusou o ex-prefeito de Senador Canedo de infidelidade partidária, ao se utilizar de suas filiações como “trampolim”. “Você defende reforma partidária, mas não dá o exemplo”, disse o petista ao lembrar que Vanderlan já compôs a base do governador Marconi.

Ignorado no início do debate pelos demais candidatos, o socialista Weslei Garcia ganhou destaque ao longo do embate, não medindo críticas a nenhum dos demais governadoriáveis. “Se vocês começarem a digladiar entre si, vão descobrir que todos são farinha do mesmo saco”, pontuou durante resposta a Iris Rezende sobre transparência na política. A crise no transporte coletivo e a necessidade imediata de uma reforma política também entraram na pauta de Weslei durante o confronto. Fonte: Jornal Opção
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