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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Marconi Perillo pede retratação sobre Caso Cachoeira

Por Marcello Dantas
Governador convocou imprensa e falou do arquivamento de processos no MPGO. Com a decisão, tucano garante que começa quarto mandato com maior segurança
Em pouco menos de 30 minutos, o governador Marconi Perillo (PSDB) falou na tarde desta terça-feira (2/12), no Palácio das Esmeraldas, sobre o arquivamento de procedimento preparatório no Conselho Superior do Ministério Público de Goiás (MPGO) que apurava o suposto envolvimento dele com pessoas investigadas nas operações Vegas (2009) e Monte Carlo (2012).

“Estou feliz, não é surpresa. Já esperava por isso, li várias vezes todos os processos e não tinha dúvida que mais dia ou menos dia esse assunto seria encerrado na Justiça e no Ministério Público”, ressaltou, em entrevista coletiva. A decisão, segundo ele, o deixa tranquilo para iniciar seu quarto mandato com mais segurança.

Marconi Perillo destacou a importância de a decisão do Conselho Superior do MPGO não ter saído durante a campanha eleitoral. Caso ocorresse, afirmou, adversários insinuariam que seria de teor política. “É um órgão colegiado, não é uma decisão isolada, mas sim compartilhada por todos os integrantes”, pontuou.

O governador considerou que o parecer tem forte embasamento jurídico, e não político. Falou ainda que não tem dúvidas de que, como o Ministério Público, a corte do Superior Tribunal de Justiça (STJ) irá arquivar processo semelhante que a suposta relação dele com o empresário de jogos Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.

“Estou tão tranquilo em relação a esse processo do STJ quanto estava com o do MPGO. Nunca tive qualquer envolvimento ou participei de qualquer ilícito diante do governo do Estado e nem em outra atividade que exerci”, refletiu. O processo havia sido aberto pelo então procurador-geral da República, Roberto Gurgel, em agosto de 2012, e também está sob segredo de Justiça. O tucano deseja que o processo no MPGO reflita de alguma forma no STJ, “afinal de contas, é uma decisão colegiada e unânime”, declarou.           Fonte: Opção
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