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Rádio Ideias - Programa Frequência de Classe nº 26

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terça-feira, 10 de março de 2015

Como seria se Dilma sofresse um impeachment

De fato, caso a presidente sofra um impeachment, não haveria uma nova eleição, como muitos acreditam. Nem tampouco o candidato derrotado no segundo turno do ano passado, Aécio Neves (PSDB), seria o eleito.
O advogado eleitoral Dyogo Crosara ressalta que o vice-presidente, Michel Temer (PMDB), que é o primeiro na linha sucessória do presidente da República, assumiria o comando do País. A não ser que também houvesse um pedido contra ele — o que não tem aparecido nas discussões sociais. “É o que chamamos, na linguagem jurídica, de dupla vacância, e é o que determinaria a necessidade de um novo processo eleitoral direto”, explica.

Por Alexandre Parrode
Manifestações deste domingo (15/3) pedem o afastamento da presidente petista. Veja o que poderia acontecer
Pelo menos 350 mil pessoas já confirmaram que vão às ruas no dia 15 de março pedir o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Em diversos eventos criados no Facebook, brasileiros se organizam para mobilizar a sociedade contra a petista — aos moldes do que aconteceu com o ex-presidente Fernando Collor.

No entanto, a polêmica divide, inclusive, a oposição. Embora alguns deputados e senadores tucanos se dizem a favor da medida, outros não veem a mesma como a saída para a crise político-administrativa pela qual o País passa.

Após o pronunciamento de Dilma na TV na noite do último domingo (8/3), diversas cidades registraram “panelaços” e vaias, que evidenciam o sentimento de insatisfação social. Entendido pelo Palácio do Planalto como um “fracasso” e restrito apenas “às elites”, o manifesto foi comemorado pela oposição.


O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), embora tenha dito que não se alinhará ao governo federal, se mostrou descrente quanto ao impeachment: “Não adianta nada tirar a presidente”. De acordo com o tucano, o problema é o bloco de poder criado pelo também ex-presidente Lula. “Se exauriu o modelo de presidencialismo de coalização, que na verdade era um presidencialismo de cooptação. O sistema político está esgotado”, declarou ele em um evento no Instituto FHC. Fonte: Opção
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