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segunda-feira, 27 de abril de 2015

Bancada do PSDB deve apresentar pedido de impeachment de Dilma na próxima semana

Líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio
| Foto: Luis Macedo/
Câmara dos Deputados
Por Marcelo Gouveia
Mesmo com posições contrárias de FHC e outros líderes tucanos, parlamentares esperam formalizar impedimento “entre terça e quarta-feira”
O líder da bancada do PSDB na Câmara, deputado Carlos Sampaio, pretende apresentar, “entre terça e quarta-feira”, um pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT). A solicitação será entregue ao presidente da legenda, o senador Aécio Neves, que já sinalizou, em momentos anteriores, favoravelmente ao impedimento da petista.

O partido irá formalizar o pedido por crime de responsabilidade, com base nas chamadas “pedaladas fiscais”, manobras feitas com recursos de bancos públicos para arrumar as contas do governo. Além disso, a solicitação também terá como argumento a suposta omissão de Dilma no esquema de corrupção da Petrobrás.

A decisão da bancada tucana escancara a divisão da legenda quanto ao tema. Nomes de peso no partido, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o senador José Serra e o governador Geraldo Alckmin já sinalizaram ser contra o pedido de impedimento da presidente.

Carlos Sampaio, no entanto, defendeu que a decisão diz repeito à bancada do partido na Casa e, segundo ele, 95% dos parlamentares tucanos são a favor do pedido. “Respeitamos a posição do ex-presidente Fernando Henrique e dos ex-senadores que discordam, mas a Casa que decide é a Câmara. A bancada tem clareza de que o momento enseja o impeachment”, sustentou.

O parlamentar afirmou também que pretende convencer o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), quanto ao pedido, mesmo após o peemedebista ter afirmado não haver elementos para a abertura de processo de impeachment.

“Uma coisa é o Eduardo Cunha afirmar por tudo o que ele ouviu na imprensa que ele é contrário ao impeachment. Outra coisa é ele ter que se debruçar sobre uma peça que tem um raciocínio lógico e jurídico, com respaldo na doutrina e na jurisprudência”, explicou.
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