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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Marconi: “Por coerência, sou contra a recriação da CPMF”

O tucano falou com a imprensa, nesta terça-feira, sobre o cenário político nacional e defendeu alternativas ao retorno do imposto sobre movimentações financeiras

Por Marcelo Gouveia/Opção
Em entrevista coletiva concedida nesta terça-feira (29/12), o governador Marconi Perillo (PSDB) criticou e disse ser contra a proposta do governo federal que determina a volta da Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras (CPMF).

O tucano entende que o tributo é importante para a União e Estados, mas ressalva que não irá defender o retorno de impostos. “Até porque já temos uma carga tributária muito elevada. Sou contra a CPMF por uma questão de coerência”, afirmou.

A volta da CPMF, extinta há oito anos, faz parte das medidas anunciadas pela gestão da presidente Dilma Rousseff (PT) para equilibrar as contas públicas em 2016. A proposta é que seja cobrada uma alíquota de 0,2% sobre todas as transações bancárias de pessoas físicas e empresas a fim de cobrir o rombo na Previdência Social.

Para Marconi, no entanto, existem outras providências que poderiam ser tomadas pelo governo federal, antes da proposta do novo tributo. “O Brasil precisa começar agenda de reformas estruturantes, reforma da previdência e política. Precisamos reformar a previdência e acabar com certas aposentadorias especiais. Têm pessoas que aposentam com 42 anos de idade, porque as regras permitem”, defendeu.

“Pedaladas”

Durante a entrevista à imprensa, Marconi também foi questionado sobre manobras políticas usadas por alguns Estados, Goiás incluso, para fechar as contas de 2014, semelhantes às pedaladas fiscais do governo federal.

Em resposta, o governador afirmou que não conhece a fundo do se tratam as pedaladas fiscais atribuídas ao governo Dilma, mas garante que não é o caso do Estado de Goiás.

“No nosso caso, o que ocorre é uma conta centralizadora, em que recursos de fundos são usados para que o Estado honre seus compromissos. E vamos reduzir a utilização destes fundos para pagar a folha”, explicou Marconi, ressaltando que as contas da gestão foram aprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Impeachment

Ainda sobre o cenário nacional, Marconi reforçou que manterá a melhor relação possível com a presidente Dilma Rousseff, como sempre o fez, garantindo recursos para o Estado.

“Defendo o Estado Democrático de Direito e que a Constituição seja cumprida”, reforçou quando questionado sobre o processo de impeachment contra a presidente.
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