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quarta-feira, 13 de abril de 2016

Maguito critica tentativa de impeachment de Dilma: “Quem tira político ‘ruim’ é o voto”

Prefeito de Aparecida de Goiânia contraria posicionamento do próprio filho, o deputado Daniel Vilela, e sai em defesa da presidente

Por Marcelo Gouveia
Em entrevista, o prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, do PMDB, saiu em defesa da presidente Dilma Rousseff, do PT, mesmo após o oficializado rompimento entre as legendas em nível nacional.

Contrariando o posicionamento do próprio filho, o deputado federal Daniel Vilela (PMDB), que anunciou no último sábado (9) voto favorável ao processo de impeachment de Dilma, Maguito avalia que não há base jurídica sólida para o impedimento.

“Quem tira político ‘ruim’ do poder é voto. Quem tira do poder político desonesto é a Justiça ou o Congresso Nacional por meio de impeachment, mas para isso é preciso ter uma base política sólida e eu ainda não enxerguei essa base. Se fosse assim, metade ou mais dos governadores e prefeitos do Brasil teriam que sofrer impeachment também”, defendeu.

Apesar do posicionamento adotado ir na contramão do que tem apregoado o próprio partido, Maguito garante ter boas relações com o vice-presidente Michel Temer (PMDB), assim como tem com a presidente Dilma. “E vou ter com quem entrar. Sou diplomático”, garantiu.

Ao comentar sobre o áudio divulgado recentemente em que Temer antecipa a votação do impeachment e já discursa como presidente, Maguito lamenta a falta de privacidade no País e cita o vazamento do diálogo entre Dilma e o ex-presidente Lula, fazendo críticas veladas ao juiz Sérgio Moro.

“Quando gravaram a presidente cometeram o maior crime, pois gravar a presidente é gravar segredos do Estado. Em qualquer lugar do mundo, seria uma acusação gravíssima. Isso vem ocorrendo graças a instituições que estão colocando o País às avessas. Esses vazamentos estão mais para ditadura do que para democracia”, sentencia.

Maguito também comentou sobre a aproximação entre o PMDB e o PSDB, depois de iniciado o rito de impeachment no Legislativo federal. Garantiu que nunca participou de conversas neste sentido e alegou não ter o menor sentimento sobre esta possível configuração. “Até porque se tiver acontecendo mesmo, está completamente errado.”
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