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quinta-feira, 12 de maio de 2016

Estudante de Jataí cria aplicativo para ajudar no tratamento de dislexia

Transtorno causa dificuldade para ler, soletrar e identificar palavras simples.
Objetivo é incentivar crianças a gostar de ler de uma maneira mais divertida.

Do G1 GO
O estudante de Ciências da Computação, Giancarlo Fleuri, criou em Jataí, no sudoeste de Goiás, um aplicativo para ajudar crianças no tratamento da dislexia. O transtorno age no cérebro e prejudica o aprendizado, causando dificuldades de concentração e falta de interesse por materiais impressos, como livros. O aplicativo se trata de um jogo virtual que pode ser usado no celular, por meio de um óculos de realidade virtual.

Após um ano pesquisando sobre o assunto, o universitário desenvolveu números e sílabas associados às imagens que aparecem no óculos, o que ajuda a criança que tem dislexia a identificar as palavras e os sons de uma forma que desperte o interesse pela leitura, adotando técnicas mais divertidas. 

"A partir do momento em que você colocou o óculos de realidade virtual você está em outro mundo que é criado pelo desenvolvedor, então isso já elimina o fator distração visual", explica o Giancarlo.

O transtorno atinge 17% da população. A bancária Ananilha Regina da Silva tem um filho que tem dislexia. Ele está no 5º ano do ensino fundamental, mais ainda tem dificuldades para ler e troca algumas palavras. Ela percebeu que havia algo errado com o filho quando ele começou a estudar. Ao procurar médicos, recebeu o diagnóstico da dislexia.

"No começo, quando eu não tinha o diagnóstico, eu achava que era preguiça, porque ele se cansa muito, mas ele se cansa porque ele tem que se esforçar mais para fazer uma coisa que às vezes a gente ia levar pouco tempo pra fazer. Então, se for muito cansativo, ele desiste", relata a mãe do garoto.

O fonoaudiólogo Hebert de Souza explica que a dislexia é um distúrbio que não tem cura, mas pode ser tratado. "Existe o tratamento para a gente potencializar o indivíduo ao máximo para vida profissional e escolar", explica Hebert.

O aplicativo ainda não foi testado em pessoas que têm o transtorno, mas foi apresentado em uma feira sobre realidade virtual nos Estados Unidos. A ideia é que os jogos sejam oferecidos de graça em breve.
A novidade agrada a família do Vinícius. "Quanto a internet, ao celular, o Vinícius não tem dificuldade nenhuma em lidar com isso. Então, é muito válido, porque vai juntar uma coisa que ele gosta muito e isso só vem a acrescentar. Não tenho dúvidas disso", explica a mãe.
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