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segunda-feira, 13 de junho de 2016

Dunga não pode mais ser técnico da seleção brasileira

Por: Bruno Bonsanti
Dunga tentou, dentro dos seus escassos recursos
Na ausência de Casemiro, e de outro volante experiente – com o corte de Luiz Gustavo, havia apenas Walace disponível -, colocou Lucas Lima ao lado de Elias. Um time mais leve e com passe mais qualificado fez um primeiro tempo melhor do que vinha fazendo até aqui, o que não era grande coisa. Suficiente para ser a melhor primeira etapa da equipe na Copa América do Centenário. Mas ficou no zero a zero. Correu o risco. Um contra-ataque bem encaixado, uma cobrança de falta ou um lance fortuito era o que separava a seleção brasileira de um vexame sem precedentes. Jogada de Polo pela direita. Gol de Ruidíaz. Brasil eliminado.

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Apesar da ligeira melhora dos 45 minutos iniciais, os fatos são incontestáveis. O Brasil disputou 180 minutos de futebol contra Equador e Peru, duas seleções que estão longe de serem excepcionais, e não marcou nenhum gol. Não fosse o Haiti o quarto time do grupo, era capaz de a situação ser mais desastrosa. Foi a pior campanha da Seleção na Copa América, junto com 1987, quando também caiu na fase de grupos.

Naquela ocasião, o Brasil caiu em um grupo, com três times, que classificava apenas um. Goleou a Venezuela e foi goleado pelo Chile. Agora, com requintes de crueldade, foi o terceiro colocado em uma chave que passavam duas seleções. E como já foi dito, tinha como principais adversários o Equador e o Peru. Só conseguiu ganhar do Haiti. O vexame atual foi pior que aquele. Um vexame sem precedentes na história da Seleção na Copa América.

Isso se soma à campanha claudicante nas Eliminatórias Sul-Americanas, que deixa o Brasil na sexta posição. Neste momento, fora da Copa do Mundo de 2018. A Copa América do ano passado trouxe outra eliminação, para o Paraguai nas quartas de final, com um futebol pobre.

O Brasil não está perdendo apenas das grandes seleções do continente (Argentina, Uruguai, Chile e Colômbia), mas também de equipes mais fracas, com pouco talento à disposição, que não deveriam causar tanto problema para uma geração brasileira que, se não é a melhor da história, está longe de ser ruim.
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