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segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Justiça eleitoral mira o candidato do PMDB na capital

TRE permite retorno de propaganda de Iris, desde que conteúdo ofensivo seja retirado

Por Larissa QuixabeiraJornal Opção
Juíz acatou pedido de liminar da coligação “Experiência e Confiança”, do candidato do PMDB, que estava com a veiculação de material suspensa desde sexta-feira (14/10)

O Tribunal Regional Eleitoral concedeu neste domingo (16/10) liminar com efeito suspensivo determinando a volta da veiculação das inserções em rádio e televisão do candidato da coligação “Experiência e Confiança, Iris Rezende (PMDB), “desde que não contenham conteúdo já vedado em 1ª instância”.

No pedido de liminar, a Coligação de Iris Rezende sustenta que haveria prejuízo irreparável por ficar vários dias sem veiculação da propaganda eleitoral. A liminar concedida pelo juíz eleitoral Fabiano Abel de Aragão Fernandes tem efeito imediato e o material publicitário que está de acordo com a Lei Eleitoral já voltou a ser veiculado na tarde desde domingo. As peças de campanha julgadas ofensivas pela Justiça continuam suspensas.

Na última quinta-feira (13/10), a juíza Rozana Fernandes Camapum, da 147ª Zona Eleitoral, condenou a coligação de Iris Rezende ao pagamento de multa de R$ 1,150 milhão, além da perda do tempo em dobro equivalente às veiculações ofensivas ao candidato adversário, Vanderlan Cardoso (PSB), da coligação “Uma Nova Goiânia”.

Na decisão, a juíza Rozana Fernandes Camapum entendeu que a campanha de Iris agiu de “má-fé” ao continuar divulgando propagandas de ataque ao candidato adversário e programas sem identificação, mesmo após decisão judicial pela suspensão da veiculação do material.

Além de inserções apócrifas, um exemplo de pílula considerada excessiva e desrespeitosa à Lei Eleitoral afirmava que o candidato Vanderlan terá que dar 20 mil cargos comissionados para o governador Marconi Perillo, o que a Justiça considerou “meras suposições” e distorção da realidade.

Na última sexta-feira (14/6), Justiça Eleitoral realizou ainda uma operação de busca de material de campanha ilegal atribuído ao candidato do PMDB. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão no diretório do partido, no comitê de campanha e no escritório político do candidato à Prefeitura de Goiânia.

Informações preliminares davam conta de que havia sido apreendido material apócrifo, porém a Justiça Eleitoral afirmou que não foi encontrado nada.
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