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terça-feira, 16 de maio de 2017

Está ou não está o governador Marconi Perillo envolvido na Lava-jato?

É para falar a respeito deste assunto que o governador covoca a imprensa goiana e daqui a pouco, às 11 horas no Palácio do Governo de Goiás, em entrevista coletiva Marconi Perillo vai falar sobre as delações onde ele foi citado como envolvido no maior esquema de corrupção já instalado no país. (JN)

O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), convocou a imprensa para uma coletiva no Palácio das Esmeraldas, residência oficial do governo estadual, onde irá falar sobre as delações de executivos e ex-executivos da empreiteira Odebrecht.

Por Alexandre Parrode/Opção
Como anunciado anteriormente, o tucano apresentará, às 11 horas desta terça-feira (16/5), sua versão e documentos que contradizem as citações de que ele teria recebido recursos em caixa dois repassados às campanhas de 2010 e 2014.

Em abril, dias após a divulgação da chamada “lista de Janot”, o governador garantiu que não tinha preocupação com qualquer investigação e não se omitiria. “Falarei melhor sobre o assunto quando tiver todas as informações do teor dos depoimentos. Quem me conhece sabe que não temo desafio. Enfrentei durante mais de um ano e meio uma fortíssima perseguição de políticos adversários, fui ao Congresso Nacional e falei durante 9 horas seguidas”, lembrou na ocasião, em referência à CPMI do Cachoeira, de 2012.

Inconsistências

Na edição do dia 7 de maio, a “Folha de S. Paulo” publicou uma matéria que revelou erros factuais, contradições e inconsistências nos depoimentos de delatores da Odebrecht aceitos como “provas” pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Conforme o texto, peças que foram acolhidas pelo ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato, apresentam guerras de versões. As petições contra os governadores tucanos Marconi Perillo (Goiás) e Geraldo Alckmin (São Paulo) são exemplos disso.

“A petição contra o goiano é embasada em quatro delatores que apresentaram três versões distintas. Um deles falou em caixa dois sem apresentar documento para corroborar a acusação”, diz a reportagem.

Na primeira, de Fernando Ayres e Alexandre Barradas, o goiano teria recebido, em 2010, R$2 milhões em caixa dois com o codinome “Calado” e, em 2014, R$8 milhões com o codinome Master.

Na segunda, de João Pacífico, Marconi teria recebido, em 2010, R$200 mil em caixa dois e, em 2014, R$2,55 milhões. Já na terceira, de Ricardo Ferraz, teria recebido, sob os codinomes Patati e Padeiro, R$ 500 mil em caixa dois em 2010 e R$ 2,75 milhões em 2014, mas não apresentou provas.
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