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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Ex-babá diz que Tiririca a chantageou em troca de sexo

Deputado federal e esposa negam acusação e alegam que doméstica teria sido demitida após ingerir bebida alcoólica durante expediente

Por Marcelo Gouveia/Opção
Maria Lúcia Gonçalves Freitas de Lima, de 41 anos, entrou com uma reclamação trabalhista e registrou ocorrência na 10ª Delegacia de Polícia de Brasília contra o deputado federal Francisco Everardo Oliveira Silva (PR-SP), mais conhecido como o humorista Tiririca, por assédio sexual.

O deputado nega a acusação e alega, por sua vez, que tudo não passa de uma tentativa de extorsão contra ele e a esposa Nana da Silva Magalhães. Ele chegou a apresentar uma queixa policial contra a doméstica. As informações são do jornal carioca “Extra”.

Segundo o que narra Tirica e Nana, a mulher pediu a quantia de R$ 100 mil na recisão contratual, caso contrário, garantiu que iria prejudicar os ex-patrões. O casal alega que Maria Lúcia foi demitida após ingerir bebida alcoólica no expediente.

A versão da babá para o caso é bem mais grave. À polícia, ela narrou várias tentativas de assédio por parte do então patrão, que teria chegado ao ponto de chantageá-la para poder ter relações sexuais com ela.

Em outro episódio narrado pela doméstica, bêbado, Tiririca teria a agarrado pelo braço, a jogado no sofá e a segurado com força por trás e pela cintura. Ele dizia, segundo a babá, que faria sexo anal e vaginal com ela. O parlamentar teria abaixado as calças e persistido no ato, até que ela conseguiu se livrar da situação.

Segundo Maria Lúcia, a cena foi presenciada pela mulher de Tiririca, por assessores e pela filha de 8 anos do casal. A menina teria empurrado o pai e tentado defender a babá.

No depoimento, a autora negou que tenha exigido o pagamento de R$ 100 mil e reforçou que se sentia “menos valorizada que um cachorro”. Para a defesa do casal, Maria Lúcia usa o estereótipo do personagem de Tiririca para lhe atribuir os mesmos comportamentos, às vezes chulos, em sua vida pessoal e privada.

Como o parlamentar dispõe de foro privilegiado, o processo foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) em 20 de junho e distribuído oito dias depois ao ministro Celso de Mello, que retirou o sigilo dos autos.
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